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Mais de 4,9 mil quelônios são devolvidos à natureza na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Igapó-Açu

Mais de 4,9 mil filhotes de quelônios foram soltos na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Igapó-Açu, Unidade de Conservação gerida pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). O trabalho, realizado por pesquisadores e moradores da Reserva, devolveu 2.631 tracajás (Podocnemis unifilis) à natureza na última sexta-feira (06), e mais 2.291 no sábado (07).

Mais de 4,9 mil filhotes de quelônios foram soltos na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Igapó-Açu, Unidade de Conservação gerida pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). O trabalho, realizado por pesquisadores e moradores da Reserva, devolveu 2.631 tracajás (Podocnemis unifilis) à natureza na última sexta-feira (06), e mais 2.291 no sábado (07).

As solturas aconteceram entre os municípios de Beruri, Borba e Manicoré, no Km 260 da BR-319, área conhecida como “trecho do meio”. Na sexta-feira, os tracajás foram soltos na comunidade Nova Geração. No sábado, ocorreu a soltura na comunidade vizinha, São Sebastião do Igapó-Açu.

“É necessário parabenizar a comunidade. Esse projeto poderia ter 100 parceiros, mas sem o envolvimento das comunidades, das crianças, que tem uma boa participação no projeto, não teria o sucesso que está tendo, nem hoje, nem nos últimos 15 anos”, afirmou Cristiano Gonçalves, gestor da RDS Igapó-Açu.

O trabalho na região é uma parceria entre Sema, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), por meio do Consórcio Concremat/Hollus, Projeto Pé-de-Pincha, Instituto Acariquara e Instituto Claro.

Pé-de-Pincha

A metodologia utilizada no processo de coleta e soltura foi desenvolvida pelo Projeto Pé-de-Pincha, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), que atua em 180 comunidades no estado, há mais de 25 anos.

Completando 15 anos de trabalho na RDS Igapó-Açu, o trabalho consolidado é exemplo para outras Unidades de Conservação ao longo da estrada. Paulo Andrade, professor e coordenador do Projeto, relembra o início.

“Na primeira soltura da RDS Igapó-Açu, a antiga gestora da Reserva avisou os comunitários da Terra Indígena Mamori, e veio um casal. Eles gostaram tanto do trabalho que levaram a ideia para lá. Dentro do Mamori foi se espalhando, pegando por toda a estrada, e assim está indo o projeto”, contou.

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações da Agência Amazonas*

Foto:  Noir Miranda/Sema

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